16de março 2011, 11h11 pm. Curitiba-PR-BR
Sei que o momento não é o melhor para ter uma crise existencial. O Japão e a costa sudeste do Brasil em colapso. Forças maiores pra me preocupar, além do meu umbigo. Mas por mais um dia achei que iria perder o controle, no meu ramo profissional. Não desejo a morte dos outros por tão pouco. Talvez, pra algum filho da puta que fizer algum mal para quem eu amo. Ai sim dependendo da gravidade, eu poderia tomar alguma atitude mais drásticas. E não venha pensar que sou psicopata, pois acho que quem tem filhos, ama os pais sabe o que é a lei da sobrevivência. Somos os únicos animais pensantes, mas não é por isto que não agimos por impulsos ou proteção. Enfim. A questão é que não vou matar ninguém. Mas quase perdi o controle (não pensei em matar alguém, e nem sei por que estou falando em “matar –matar-matar” deve ser o “chuck” com sua jardineira jeans encarnado nas minhas costas). E depois de um dia “calmo”, apelei pro “facebook”, “ipod”, “diamond menthol”, “bohemia”, cookies de chocolate e “trident da Inglaterra” (aquele da caixinha bonitinha preta). E mais 40 minutos de caminhada pedindo para tomar a decisão certa. Estava furioso. Cheguei em casa assisti TV (e veremos mais a frente). Jantei, tomei banho e dormi.
Hoje acordei melhor, agradeci, e fui trabalhar. Pulemos esta parte. Ao chegar em casa assisti “TITITI”, sim admito, acompanhei alguns capítulos. Porque ela é uma novela que tem um ar meio “Yochio”. Admito! Com vergonha de admitir. Mas admito. Após jantei, li um pouco, assisti “Glee” e “Secret diary of Call Girl”. E sabe o que eles têm em comum?
O fato de serem coisa pra menininhas? Também, admito, as vezes me assusto com isto. Eu me simpatizar com este tipo de programação, chega a soar embaraçoso. Mas, enfim. O fato que todos mostram, romantizados, que todos nós queremos nos dar bem, e que isto toma rumos estranhos, que todos sofremos, todos queremos amar e ser amados.
Agora estou ouvindo “OneRepublic”. A coisa mais melosa que existe. Bandinha para meninas. É. ... mais um fato...
Mas digamos que o “Yochio” que deixei no “Yochio’s adventure” é diferente deste “André Yochio”. Porque ele está mais organizado, com uma personalidade diferente. Que pesa no em todos os âmbitos que ele atua: Profissional, Familiar e Pessoal. Sabe quando calar e falar.
Não. Não estou carente. Só estou constando que deixei tantos corações quebrados, e fazendo isto quebrei o meu. Fechei a oportunidade para todo. O erro foi fazer que todos acreditassem que eu era especial. Posso ate ter uma pequena “pitada açucarada”. Mas apenas para pequenas doses. Sim, sei escutar, o que deixa as pessoas valorizadas. Mas eu posso valorizar as pessoas mais. Assim como me valorizaram, e eu não expressei com gratidão há estas pessoas.
Eu estou aqui, só. Este ano fui deixado por muitas pessoas, e deixei que as pessoas me levassem. Agora é hora de eu me levar, e deixar as pessoas irem.
Eu não vou conhecer aquele lindo perfil, de olhos negros, sorriso meigo, que escreve palavras bonitas. E antes que eu imagine algo que possa ser errado. Respirarei, e farei liberar dopamina e endorfina, e outras “inas” para poder raciocinar. Pois é o que me falta! Botar um freio em idealizações.
É isto!
Yochio sempre existirá.... meu engano seria matá-lo. Mas tenho que dosá-lo diariamente.
Yoshio=HomemBom!
André=HomemForte!
André Yochio
11h40p.m
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